Fonte: ABRAAt em 08/03/2026 - 08:04

No Dia Internacional da Mulher, algumas histórias não precisam de palco — elas próprias já são o espetáculo.
Na Associação Brasileira de Árbitros de Atletismo, muitos nomes poderiam representar a força feminina. Entre elas, uma ecoa com sensibilidade, coragem e humanidade: Valéria Araújo de Oliveira.
Valéria vem do Norte do Brasil, onde as distâncias são grandes — mas a determinação de estar presente é ainda maior.
Ela cruza quilômetros, enfrenta desafios e atravessa realidades que poucos enxergam.
E ainda assim chega — sempre chega — para contribuir com a arbitragem e com a vida da nossa entidade.
Mas Valéria não é apenas uma árbitra.
Ela carrega muitas histórias em si:
Sua trajetória não é feita apenas de vitórias fáceis.
A doença já marcou seu caminho — mas não diminuiu sua força.
Mesmo diante das adversidades, Valéria permanece presente, generosa e comprometida.
Ela nos lembra que a arbitragem não é feita apenas de regras, bandeiras e decisões.
A arbitragem é feita de pessoas.
De histórias que inspiram.
De coragem silenciosa.
De persistência.
Hoje celebramos todas as mulheres do atletismo.
Mas, ao olhar para Valéria, entendemos algo que talvez seja o verdadeiro espírito deste dia:
Há mulheres que correm provas invisíveis todos os dias.
Provas sem aplausos, sem medalhas e sem cronômetro.
E, ainda assim, chegam primeiro na linha da coragem.
Hoje, ao homenagear Valéria, a ABRAAt presta também sua reverência a todas as Mulheres Árbitras que fazem do atletismo um espaço de justiça, dedicação e humanidade.
Com respeito, admiração e gratidão.
Associação Brasileira de Árbitros de Atletismo – ABRAAt